terça-feira, 23 de dezembro de 2014
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Amneres, poeta de Brasília

Ritos e ritmos, encontros e ciclos, sonhos e recomeços – estes poemas
quase “alquímicos“ falam do amor e da criação, do calor do sol, da embriaguez
do matiz azul e verde do mar. Inebriados pelo céu ciano, pelo whisky ou pelo amor,
seus versos ecoam intensidade rara, aliada à habilidade na escrita.
Verbo e carne apresenta uma poesia em efervescência, reafirmando
o talento poético de Amneres, já consolidado em oito livros. O verbo caminha
aqui com a carne em sonetos e poemas pulsantes – que inquietam, acalantam e
encantam a cada leitura.
Número de páginas
|
104
|
Ano
|
2014
|
Formato
|
14x21
|
ISBN
|
978-85-421-0280-2
|
Senado aprova ampliação do Parque das Nascentes do Rio Parnaíba
19/12/2014 12h59
- Atualizado em
19/12/2014 12h59
Senado aprova ampliação do Parque das Nascentes do Rio Parnaíba
Projeto de lei pretende alterar os limites do parque para 749.848 hectares.
A proposta aprovada segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
Do G1 PI
O Plenário do Senado aprovou esta semana o projeto de lei da Câmara que
altera os limites do Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba,
localizado entre os estados do Piauí, Maranhão, Bahia e Tocantins. A
proposta segue agora para sanção presidencial e pretende ampliar a área
de preservação para 749.848 hectares.
De autoria do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), a projeto altera o
decreto de criação do parque, editado em 16 de julho de 2002, que
limitava a extensão do local em 729.813,551 hectares. Tal demarcação
incluía aapenas a área de proteção ambiental Serra da Tabatinga, no
Municípios de Formosa do Rio Preto, na Bahia; Alto Parnaíba, no
Maranhão; Gilbués, São Gonçalo do Gurguéia, Barreiras do Piauí e
Corrente, no Piauí; e Mateiros, São Felix e Lizarda, no estado do
Tocantins.
A partir da proposta passa a ser incorporada ao parque a área ao Sul do parque, composta por vegetação típica de cerrado em diferentes graus de recuperação, onde há monocultivos de grãos há vários anos. Além das áreas das nascentes do Rio Corrente, da Serra do Lajeado e da Área de Proteção Ambiental do Jalapão.
Já ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis (Ibama) caberá a desapropriação dos imóveis particulares
constituídos de terras e benfeitorias existentes nos limites para fins
de utilidade pública.
Para o parlamentar, as mudanças nos limites garantem a preservação dos recursos naturais que compõem o parque, criado com objetivo de proteger as nascentes do rio Parnaíba, a segunda maior bacia hidrográfica do Nordeste e uma das três maiores bacias sedimentares brasileiras, ao lado das Bacias do Amazonas e do Paraná.
De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba reúne 60 espécies de mamíferos e 211 de aves. Várias dessas espécies estão ameaçadas de extinção, como o porco-do-mato, o veado-campeiro, a jaguatirica, a onça-pintada, o tatu-canastra, o tamanduá-bandeira, o gavião-real, a arara-azul-grande e o beija-flor de rabo branco.
http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2014/12/senado-aprova-ampliacao-do-parque-das-nascentes-do-rio-parnaiba.html

Limites do Parque Nacional das Nascentess do Rio Parnaíba podem ser modificados (Foto: Renata Maia)
A partir da proposta passa a ser incorporada ao parque a área ao Sul do parque, composta por vegetação típica de cerrado em diferentes graus de recuperação, onde há monocultivos de grãos há vários anos. Além das áreas das nascentes do Rio Corrente, da Serra do Lajeado e da Área de Proteção Ambiental do Jalapão.

Projeto prevê preservação de ecossistema do Rio
Parnaíba (Foto: Renata Maia/Arquivo Pessoal)
Parnaíba (Foto: Renata Maia/Arquivo Pessoal)
Para o parlamentar, as mudanças nos limites garantem a preservação dos recursos naturais que compõem o parque, criado com objetivo de proteger as nascentes do rio Parnaíba, a segunda maior bacia hidrográfica do Nordeste e uma das três maiores bacias sedimentares brasileiras, ao lado das Bacias do Amazonas e do Paraná.
De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional das Nascentes do Rio Parnaíba reúne 60 espécies de mamíferos e 211 de aves. Várias dessas espécies estão ameaçadas de extinção, como o porco-do-mato, o veado-campeiro, a jaguatirica, a onça-pintada, o tatu-canastra, o tamanduá-bandeira, o gavião-real, a arara-azul-grande e o beija-flor de rabo branco.
http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2014/12/senado-aprova-ampliacao-do-parque-das-nascentes-do-rio-parnaiba.html
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Noélia Ribeiro no POESIA PARA MUDAR O MUNDO - 2014 - BLOCOS ONLINE
Noélia Ribeiro - Pernambucana, foi
muito pequena para o Rio de Janeiro, onde passou sua infância. Aos 9 anos,
escreveu seus primeiros versos. Aos 12 anos, mudou-se para Brasília onde mora
até hoje. Estudou Letras na UnB, graduando-se, primeiramente, em Língua
Portuguesa e, posteriormente, em Língua Inglesa. Começou sua carreira
profissional como professora de Português, mas acabou escolhendo trabalhar como
servidora pública no Ministério da Fazenda. Deixou o Executivo para entrar no
Legislativo. Hoje é taquigrafa aposentada da Câmara dos Deputados, Já tomou
parte de coletâneas de poetas como "Talento em Prosa e Verso" -
REBRA; "Fincapé" - Coletivo de Poetas, "Poesia do B",
organizado pelo Açougue Cultural T-Bone, entre outras, e teve poemas publicados
em jornais da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos
poéticos realizados em Brasília. Lançou seu primeiro livro
"Expectativa", em produção artesanal e independente, em 1982, e, em
2009, lançou "Atarantada", seu segundo livro de poemas, já na segunda
edição. Seu terceiro livro de poemas tem lançamento previsto para 2015. A poeta
é mais conhecida como Nonô, devido à canção Travessia do Eixão, de autoria de
Nonato Veras e do poeta Nicolas Behr, cantada pelo grupo Liga Tripa, de
Brasília, e gravada pela banda Legião Urbana, em CD lançado após a morte de
Renato Russo. nmariarsilva@hotmail.com
SORTE DE JULIETA
Vagando à noite na cidade, ela
Busca na luz que ofusca o toque
Nos lábios que faz arder a alma vã
De bailarina de boate, entre
Gentes aos milhares, com seu
Vestido azul, branco e vermelho
De branca de neve no espelho,
Madrugada adentro, pelo
Cruzamento de carros e
Olhos no breu,
Para enfim deparar com
Um sorriso de Romeu.
Busca na luz que ofusca o toque
Nos lábios que faz arder a alma vã
De bailarina de boate, entre
Gentes aos milhares, com seu
Vestido azul, branco e vermelho
De branca de neve no espelho,
Madrugada adentro, pelo
Cruzamento de carros e
Olhos no breu,
Para enfim deparar com
Um sorriso de Romeu.
SOBRE OS OMBROS
Quando meus ombros
doem do peso de existir,
não consigo erguer os olhos
para contar estrelas.
Contento-me com as que
caem à minha frente
como sonhos banidos
do firmamento.
Minha casa
não tem janelas
em dias cinzentos.
doem do peso de existir,
não consigo erguer os olhos
para contar estrelas.
Contento-me com as que
caem à minha frente
como sonhos banidos
do firmamento.
Minha casa
não tem janelas
em dias cinzentos.
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