terça-feira, 14 de janeiro de 2014

PROFISSÃO POETA

CURSO PROFISSÃO POETA EM BRASÍLIA (matrículas abertas)!

No intuito de promover uma troca de experiências entre poetas/escritores que queiram tirar seus escritos da gaveta e dar um tom profissional à sua carreira artística nasceu o curso Profissão Poeta, idealizado pela poeta, publicitária e produtora cultural Marina Mara. O curso pretende, de forma prática e descontraída, indicar o caminho das pedras – que haverão no meio do caminho – entre seus escritos e o público. O curso será realizado em um local mais que poético, em meio à natureza e acessível ao público – 15 minutos da Rodoviária do Plano Piloto.

Com grande sucesso de público e mídia por feiras e eventos literários Brasil a fora, o curso aborda os seguintes temas:

- Publicação de poesia
- Captação de recursos
- Produção independente
- Dicas de Palco e Poesia Falada
- Divulgação na mídia
- Poesia na internet
- Consultoria artística individual
- Estratégias de Marketing
…entre outros.

Os participantes do curso receberão uma apostila detalhada, certificado e consultoria individual sobre sua carreira, abordando novas fontes de captação, parcerias, canais de divulgação, entre outros. Ao pôr-do-sol, os alunos participarão de um sarau de conclusão de curso, onde receberão seus certificados.

INVESTIMENTO:
R$ 250,00 (ou 2x 125,00)

*matrículas efetuadas até o dia 01 de fevereiro receberão desconto de 10% no curso.



Amadora da Poesia – Profissão, Poeta.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Günter Grass: Wohl kein neuer Roman mehr

Günter Grass wird das Schreiben nicht einstellen.
Günter Grass wird das Schreiben nicht einstellen. © Markus Scholz
Literatur

Günter Grass: Wohl kein neuer Roman mehr

Literaturnobelpreisträger Günter Grass glaubt nicht an einen neuen Roman aus seiner Feder. "Ich bin jetzt 86. Ich glaube nicht, dass ich einen Roman noch schaffen würde", sagte er der "Passauer Neuen Presse".
Hamburg/Passau. Sein Gesundheitszustand lasse auch nicht zu, über einen Zeitraum von fünf oder sechs Jahren zu planen. "Das wäre Voraussetzung für die Recherchearbeiten zu einem Roman."
Das Schreiben ganz einzustellen komme für ihn allerdings nicht infrage. Zuletzt habe er mit dem Zeichnen wieder zu einer kreativen Tätigkeit gefunden. Daraus hätten sich nun auch schon erste Texte ergeben. "Daran arbeite ich." Grass wohnt in Behlendorf bei Lübeck.
dpa

http://www.neuepresse.de/Nachrichten/Kultur/Uebersicht/Guenter-Grass-Wohl-kein-neuer-Roman-mehr

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Show de Metá Metá com participações especiais


Em comemoração ao aniversário de São Paulo, no dia 25 de janeiro, o Parque Villa Lobos recebe um grande show de Metá Metá com as participações especiais da banda Mulheres Negras e da cantora Ná Ozzetti. A apresentação acontece no Teatro de Arena, a partir das 14h, com entrada Catraca Livre.

divulgação
divulgação
Metá Metá se apresenta no Parque Villa-Lobos ao lado de Ná Ozzetti e Mulheres Negras no dia do aniversário de São Paulo
“Além do nosso repertório e das participações especiais, a intenção do show é também fazer uma homenagem a São Paulo no dia do aniversário da cidade”, afirma Thiago França, saxofonista e flautista do Metá Metá. O trio formado por Thiago, Juçara Marçal (voz) e Kiko Dinucci (guitarra e voz) apresenta as canções de seu último álbum “Metal Metal”, entre outras do seu repertório, além de canções escolhidas especialmente para essa apresentação.
Ná Ozzetti iniciou sua carreira em 1979 como integrante do grupo Rumo. No decorrer de sua carreira, já dividiu palco com nomes como Zélia Duncan, Mônica Salmaso, Ivan Vilela, entre outros. Recentemente lançou seu último álbum “Embalar”.
Já a dupla Mulheres Negras, banda marcante dos anos 1980, é formada por André Abujamra e Maurício Pereira, e mistura ritmos e gêneros como rock, pop, clássico, punk, música caipira, jazz, entre outros. Os dois também ficaram conhecidos por conta das irônicas e divertidas letras que compunham.

Serviço
O que: Metá Metá, Mulheres Negras e Ná Ozzetti comemoram o aniversário de São Paulo
Quando: Sáb 25/01 às 14:00
Quanto: Catraca Livre
http://www.ambiente.sp.gov.br/parquevillalobos/
Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001
Alto dos Pinheiros - Oeste
São Paulo (11) 3023-0316/ (11) 3023-2229

http://catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/meta-meta-mulheres-negras-e-na-ozzeti-no-parque-villa-lobos/

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Foto Taboca, de Marcos Freitas

FOTO TABOCA

Quem não deixou
sua alma aprisionada
em 3X4
no lambe-lambe
do Seu Chiquinho
na Praça da Bandeira?

Marcos Freitas.
No livro: Urdidura de Sonhos e Assombros: poemas escolhidos (2003-2007), Ed. Cbje, RJ, 2010.




Fonte:Folder " a praça deu bandeira!".Fundac.1985.

http://kakiafonso.blogspot.com.br/2010/08/praca-da-bandeiratensoes-e-conflitos.html
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Urdidura de sonhos e assombros, de Marcos Freitas

Escritor piauiense Marcos Freitas lança Urdidura de sonhos e assombros

Publicação: 17/09/2010 08:00 Atualização:
 

Existem pessoas que nascem em um berço tão sólido que seria improvável não vê-las atuando em alguma linguagem artística. O engenheiro piauiense Marcos Freitas é uma delas. Oriundo de uma família dedicada aos movimentos culturais, ele gosta de destacar que, além de seu pai, seus tios e seu avós terem sido escritores, a família foi a grande responsável pela fundação da Academia Piauiense de Letras, que contou com familiares como Lucídio, Clodoaldo e Alcides Freitas. “Minha parente Amélia de Freitas Beviláqua foi a primeira mulher a tentar integrar a Academia Brasileira de Letras, antes mesmo da Rachel de Queiroz”, completa.

Seguindo os passos, Marcos também tornou-se escritor e poeta. Hoje, ele soma 12 livros publicados. Entre eles estão três obras técnicas sobre engenharia e outras nove, todas de poesia. “Primeiro fui estudar para me tornar engenheiro. Só depois passei a me dedicar mais à literatura, já que infelizmente ainda não dá para viver de poesia”, explica.

A última obra, Urdidura de sonhos e assombros, lançada pela editora Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), é uma antologia que traz cerca de 250 poemas escritos entre os anos de 2003 e 2007, todos retirados das seis primeiras publicações do autor. “Urdidura junta textos produzidos em solo brasiliense, já que moro aqui desde 2001”, atualiza o engenheiro civil, que se mudou para a cidade por conta de sua posição na Agência Nacional de Águas (Ana).

Por escrever desde os 10 anos, o autor declara ter material acumulado, até dois romances que nunca foram impressos, mas que pretende lançar na praça em breve. Com 47 anos, além de ser letrista, músico amador e de possuir participações em diversas atividades, cargos de chefia e cursos voltados para a engenharia, Marcos se destacou em sua carreira literária por fazer parte do Coletivo de Poetas do Distrito Federal e por suas prosas contemplarem diversas antologias, como a Contos e crônicas livre pensador, da editora Scortecci; a Antologia de poetas brasileiros contemporâneos nº 4 e As 100 melhores poesias de 2004, ambas da mesma CBJE, que distribui seu último lançamento.

Marcos também possui uma obra chamada Staub und schotter (poeira e cascalho, em tradução literal para português), na qual uniu suas poesias feitas em línguas estrangeiras, como inglês, português, espanhol, italiano, francês e alemão; e já participou do projeto Poesia 10-10-10, ao lado do reconhecido poeta Nicolas Behr.

Trecho

Aflorações
fuga de corrente?
quem sabe
meu coração
não tem voltímetro
súbito?
quem sabe
meu trapézio
não tem lona
chuva de maio?
quem sabe
meu querer
não tem ensaio
desvario?
quem sabe
minha calçada
não tem meio-fio







APRESENTAÇÃO

Marcos Freitas chega, precocemente, à primeira antologia de poemas (2003-2007), num percurso de produção intensa e constante. Engenheiro como o nosso Joaquim Cardoso (calculista das obras de Niemeyer, na mesma Brasília em que agora, no ano de seu cinquentenário de fundação, vive Marcos Freitas). Cientista e poeta, uma combinação que vem das origens da poesia, quando o verso era também o curso e o discurso do saber científico, da poiesofia, da techné. Também o grande João Cabral de Melo Neto reclamava ser a poesia um exercício de engenharia, de engenho e arte. Marcos Freitas também é nordestino e atua na criação poética com suor e destreza, como queria o modernista Cassiano Ricardo:

POÉTICA

1
Que é a Poesia?

uma ilha
cercada
de palavras
por todos
os lados.

2

Que é o Poeta?

um homem
que trabalha o poema
com o suor do seu rosto.
Um homem
que tem fome
como qualquer outro
homem.


(De Jeremias Sem-Chorar. São Paulo: José Olympio, 1964)

Marcos Freitas, no entanto, é um poeta lírico, mas também tem raízes sociais, e em versilibrismo avança no domínio de sua técnica, reconhecendo "um poema / tão denso e pequeno / que não cabe em si", que é o desafio. Síntese, amálgama, fusão de idéias e sentidos, e — por que não? — de mementos e sentimentos.

Poesia como um exercício de vida. Poesia e vida: "em letras garrafais/ te sinto/ e / te desejo/ como a uma botelha de absinto." Botelha, com origem no francês (bouteille), mas em português seleto, como o próprio absinto que o poeta evoca. Poesia é também estas coisas que vem das coisas, mas que são outras coisas, coisas que só existem na poesia, e que o leitor também aprecia, no caso, da própria garrafa-poema lançada ao universo.

Não é um poeta narcisista e ensimesmado. É um poeta da noite, das relações, dos acasalamentos. "Um jeito meio assim", casual, jovem, de um propósito construído na circunstância. Tátil. Verso solto, que é contido, mas também desprendido e sutil, que é um registro sensorial e ao mesmo tempo mental, recursivo, pois o poeta sempre volta à solidão e ao espelho. Os tais "momentos-intantes" de que nos fala Marcos em um de seus poemas.

Nordestino desterrado, levado a terras distantes. A outras línguas e experiências, guarda um tanto a aparência de um passado que ele mantém vivo —não apenas porque conserva a vasta cabeleira dos rebeldes, mas por manter uma dialética questão com o tempo: "o tempo passado,/ passado sem os meus. /o tempo futuro/ futuro para os seus?", diz no poema da Irreversibilidade.

Queiramos ou não, a poesia nos remete sempre à autobiografia, ao memorialismo, que não é apenas do poeta, mas sobretudo do leitor, que se identifica e se reconhece.

FOTO TABOCA
Quem não deixou
sua alma aprisionada
em 3X4
no lambe-lambe
do Seu Chiquinho
na Praça da Bandeira?

A poesia de Marcos flui e reflui. É relicário e é ofertório, como a sua/nossa Cajuina que é "pura, cristalina/ do Piauí, genuína". Ah, Marcos viveu na Alemanha, escreve seus poemas em várias línguas, mas tem um retrato ovalado na parede que ele trouxe do seu Piauí, naquela "difusa fronteira de tua (dele, nossa) verve fantasia."
De carne e sonho, de beijos e coices de amor, como queria Oswald de Andrade.

Antonio Miranda  

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Estreia Concertino "Quê Que a Gente Faz?", de Jorge Antunes


Violão de Álvaro Henrique Concerto "Quê Que a Gente Faz?", de Jorge Antunes, sob regência de Cláudio Cruz

Quê que a gente faz? Concertino para violão, orquestra de cordas e sons pré-gravados

 Em 22 de janeiro de 2012, a Polícia Militar de São Paulo e a Guarda Civil Metropolitana da cidade de São José dos Campos, invadiram a ocupação conhecida como Pinheirinho. A violenta desocupação da comunidade ficou conhecida como “Massacre do Pinheirinho”. Um repórter estava junto à comunidade no momento da invasão e gravou os sons de tiros, bombas e gritos do povo e das crianças. “Quê que a gente faz?”, foi uma das frases gritadas, repetidas vezes, por uma mulher que tentava proteger seus filhos. A inflexão é cromática e descendente. É com essa célula melódica que Jorge Antunes desenvolve seu concertino para violão e orquestra de cordas. Na parte intermediária da obra, o compositor usa trecho da gravação sonora dos momentos dramáticos da invasão.

 A obra “Quê que a gente faz? Concertino para violão, orquestra de cordas e sons pré-gravados” foi encomendada pela Funarte, para estreia na XX Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Na composição Antunes abraça, mais uma vez, sua habitual atitude de preocupação com a justiça social. Ele escreveu uma obra engajada politicamente, protestando contra a truculência dos donos do poder no Brasil, que sempre agem em favor dos ricos e, reprimindo a luta dos pobres e mais fracos.


sábado, 4 de janeiro de 2014

LABORATÓRIO SHOW - com EDUARDO RANGEL E CONVIDADOS

Após casa cheia no "Feitiço Mineiro" no último mês, Eduardo Rangel é convidado a apresentar o "Laboratório/Show" todas as segundas de janeiro, sempre às 21h, com início no próximo dia 06 de janeiro.
No projeto, o cantor e tecladista resgata preciosidades da música popular, experimenta novas criações e recebe participações especiais de cantores e instrumentistas da cidade.
A cada segunda-feira, o escritor e radialista Ruy Godinho contará ao público a história de como foi criada uma canção consagrada da MPB, a qual será interpretada em seguida por Rangel. As histórias contadas se baseiam na série de livros “Então, Foi Assim?”, do próprio Godinho.
Os convidados especiais dessa semana são o multi-instrumentista Ocelo Mendonça, o cantor e compositor Afonso Gadelha e o ator/poeta Adeilton Lima.
O público curte ainda um bate papo com o "músico de rua" João Filho. O saxofonista recentemente tocou com Stevie Wonder em uma calçada de Brasília e ganhou as manchetes nacionais.
O “Laboratório/Show” é um descontraído sarau onde canjas não planejadas acontecem. Em dezembro subiram ao palco artistas como Joaquim França, Jaime Ernest Dias, Isabella Paz, Pedro Doca, Liliana Gayoso, Noélia Ribeiro, Veronica Carriço, Toninho Alves e Marcelo Bopp.
E muitas surpresas nos aguardam na próxima segunda-feira.
Show: "Laboratório/Show", com Eduardo Rangel
Participações: Ocelo Mendonça - violoncelo, sax e flauta, Afonso Gadelha - voz, Adeilton Lima - performance poética e Ruy Godinho - como nasce a canção.
Data: 06 de janeiro (segunda-feira), 21h.
Local: Feitiço Mineiro - 306 Norte, Bl. B, lojas 45/51, Brasília DF
Reservas: (61) 3272-3032
Couvert artístico: R$10,00
Classificação Indicativa: 14 anos ou acompanhado dos pais
ARTISTAS CONVIDADOS
Ocelo Mendonça
Violoncelista, flautista, arranjador e compositor, natural de Fortaleza/CE, é bacharel em violoncelo pela Universidade de Brasília/UnB, mestre em música pela UNIRIO/RJ e doutorando em música pela UNICAMP, Campinas/SP. Músico atuante, tem uma vasta experiência, já tendo participado de diversos grupos e orquestras e gravado com diversos artistas de renome. Além de integrante do Alma Brasileira Trio, é professor da Escola de Música de Brasília, músico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro/DF, da camerata de Elomar e da banda de Elba Ramalho. Participou de Shows e gravações de CDs e DVDs com grandes nomes da música brasileira como Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos, Simone Guimarães, Manassés de Sousa, Zé ramalho, Cláudio Nucci, Elomar Figueira de Mello, Xangai, Túlio Mourão, Raimundo Fagner, Dominguinhos e Zé Luis Mazziotti entre outros.
Afonso Gadelha
Iniciou sua carreira profissional aos 16 anos de idade, tocando em bares de seu estado natal, Paraíba. Aos 18 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde estudou teoria musical com Sivuca e Nelson Macedo, e apresentou-se em shows de Sivuca.
Tem parcerias com Sivuca, Paulinho Tapajós, Cacaso, Glorinha Gadelha e Pepeu Gomes, em canções gravadas por Amelinha, Maria Creuza, Quarteto em Cy, Marinez e Sua Gente, Pepeu Gomes, Glorinha Gadelha, Terezinha de Jesus e Grupo Forró Forrado.
Em 1996, gravou seu primeiro CD, "Tambores", interpretando algumas de suas composições. Dois anos depois, lançou o disco, "MultiGana Cidade Brasil", contendo músicas próprias como "Brasa", "Coco do quotidiano" (c/ Lis) e "Noiva das nuvens de Nova Guiné" (c/ Paulinho Tapajós), entre outras. Em 2001, lançou o CD "Escuta isso" e em 2011 o CD “Pra Nunca Mais Esquecer”. Em 2013 prepara o lançamento nacional do CD “Minha Bandeira”.
Adeilton Lima
Adeilton é ator e professor de teatro, cinema e literatura com mestrado em Teoria Literária. Nascido em Manaus e criado em Fortaleza, o artista chegou a Brasília em 1982, com 18 anos. A veia artística, ele traz da família. Filho de seringueiro, herdou do avô cordelista o dom para a poesia, uma atividade que desenvolve paralelamente ao teatro. Segundo o ator, as raízes cearenses que mantém por parte de pai acrescentam três fortes figuras em sua formação cultural: “tenho muito do seringueiro, do vaqueiro e do repentista”, diz.
Trabalha tanto nos palcos como em frente às câmeras. Em seu currículo, coleciona seis projetos nas grandes telas, cinco curtas e uma participação no longa-metragem Dois Filhos de Francisco. Atualmente, mantém um blog com textos e poemas de sua autoria e também prepara dois projetos. No momento, escreve o monólogo O Lunático, que será a segunda peça do gênero de sua autoria e dirige outro espetáculo solo, inspirado em um conto de Ribeiro Couto.
Ruy Godinho
Paraense é produtor multimídia, pesquisador, radialista, ator, diretor, escritor e divulgador de MPB. Fundador da ABRAVÍDEO, em jan/1991. Produziu os programas Música no Ar, na Nacional FM, 1996 e na Rádio Cultura, 1997/98 e Estação Brasil, na Rádio Cultura FM, 1998/99. Produziu e apresentou o programa Cantos do Brasil, na Rádio Comunitária da Unb/2002. 
Produziu o CD Eduardo Rangel & Orquestra Filarmônica de Brasília, lançado em set/2006. É autor dos livros Então, foi assim? Os bastidores da criação musical brasileira, Volumes 1, 2 e 3. Ativo palestrante sobre temas de produção multimídia e História da Música Brasileira. Ministrou palestra sobre Das Origens da Música Brasileira ao Choro, na Escola de Música de Brasília, Sindicato dos Policiais Federais, Universidade de Brasília e em diversos festivais do gênero.  Produz e apresenta o programa radiofônico Então, Foi Assim? na rádio Nacional AM e FM de Brasília, Nacional da Amazônia e mais sete rádios universitárias e comunitárias por todo o país.
 
Eduardo Rangel
Eduardo Rangel gravou seu primeiro disco ao vivo, "Pirata de Mim ", em 1998, na casa carioca "Mistura Fina". Sua música "Copacabana Blues" valeu indicação à melhor composição brasileira pelo "VII Prêmio Sharp de Música", atual Prêmio da Música Brasileira.
O segundo CD ao vivo, "Eduardo Rangel & Orquestra Filarmônica de Brasília”, foi lançado em 2006, no Teatro Nacional de Brasília, com 60 instrumentistas regidos pelo maestro e arranjador Joaquim França.
Atualmente Rangel divulga seu primeiro álbum gravado inteiramente em estúdio. O CD intitulado simplesmente "Eduardo Rangel – Estúdio" se destaca pela moderna engenharia de áudio e participações de músicos do primeiro time brasileiro, entre eles Leo Gandelman e Torcuato Mariano.
Rangel tem composições gravadas por, entre outros cantores, Edson Cordeiro, Márcio Faraco (em parceria), Indiana Nomma, Renata Arruda, Célia Porto, Antenor Bogéa, Ju Cassou e Suzana Maris.



 
Links
Translate