terça-feira, 16 de março de 2010

Grandes artistas cantam pelo Haiti em Brasília

Em solidariedade aos nossos irmãos do Haiti, que passam por dificuldades inimagináveis agravadas pelo terremoto que arrasou o país, será realizado no dia 17 de março um show beneficente na Sala Villa Lobos. Os artistas solidários são Hamilton de Holanda, Yamandú Costa, Diogo Nogueira, Ellen Oléria, GOG e Móveis Coloniais de Acaju. Além dos shows, outra interessante atração é o lançamento do Fórum de Biodiversidade das Américas, planejada em conjunto pela ONU, MMA, Senado Federal e CAIXA.

O Fórum de Biodiversidade das Américas acontecerá em julho deste ano e está sendo lançado por meio de um filme e uma campanha com o tema ‘O que você faz pelo planeta?’, que sugere que as organizações e representantes civis apresentem soluções de sustentabilidade para o mundo, sendo o show a primeira iniciativa. O show pretende ser o encontro de grandes intenções. Performances de cunho social e poético estão sendo preparadas:

Toda a renda arrecadada no evento será depositada diretamente na conta do PNUD (Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento) por meio do depósito de valores a partir de R$ 30,00 (trinta reais) na CAIXA, Agência 647, Opção 003, conta 600-1, em nome do PNUD. O comprovante de depósito servirá como ingresso para o show, que tem lotação de 1.300 lugares.

Antes dos shows dos artistas solidários, no dia 17, haverá performances teatrais numa dança de ninfas, sílfides e cavalos alados e apresentação do Circo Teatro Rebote. O espetáculo será precedido pela exposição ‘Tribo do Zé’, de Lourenço de Bem, que celebra os 25 anos do Jardim Botânico de Brasília. E como falar sobre Biodiversidade é falar sobre Pacha Mamma, sobre a Mãe Natureaza, nada mais pertinente que um ritual indígena conduzido pelo representante kamayurá Maiwa Awaká irá abrir o espetáculo. A atriz Larissa Malty fará uma ‘Velha do Cerrado’ entre as apresentações dos artistas. Trata-se de personagem repleta de poesia e cantigas resultantes de pesquisa antropológica.

O Show também fará homenagem à Dra. Zilda Arns, médica e fundadora da Pastoral da Criança, vítima do terremoto no Haiti. O Jardim Botânico de Brasília e demais entidades vinculadas ao movimento de ajuda consideram a atuação de Zilda Arns uma referência para todas as áreas.

Mais informações sobre o show: www.fraternidadeaohaiti.org.br

SERVIÇO:

EVENTO: Show “Fraternidade ao Haiti”, que lança o Forum de Biodiversidade das Américas e a pergunta ‘O que você faz pelo planeta?’

LOCAL: Teatro Nacional – Sala Villa-Lobos – Brasilia

DATA: 17/03/2010

HORÁRIO DE ABERTURA DOS PORTÕES E INICIO DAS EXPOSIÇÕES: 19h

HORÁRIO DE INICIO DO SHOW: 20h.

INGRESSO: Comprovante de depósito a partir de R$ 30,00 na conta da CAIXA, ag. 647, opção 003, conta 600-1, em nome do PNUD. (Conta aberta para arrecadar fundos para ajuda ao Haiti). Há 1.300 lugares disponíveis no Teatro.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

sexta-feira, 12 de março de 2010

B.B. King Continua Com o Pé na Estrada

Publicado por Expedienteem 1 de março, 2010
B.B. King, nova turnê passa por outros paises da América Latina.
A lenda viva do blues volta ao Brasil para fazer shows no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (DF).
Por: Redação
Alguns anos atrás B.B. King declarou que iria parar com as turnês internacionais. Na época, fazia a sua The Farewell World Tour, também apresentado em Brasília (DF).
Mas o bluesman mudou de ideia, ainda bem. E anuncia uma nova turnê, com escala no Brasil, para alegria dos que amam o seu toque genial de guitarra e inconfundível voz do cantor de blues.

Aos 84 anos, B.B. King, o último pioneiro vivo do blues, considerada uma lenda viva da música universal, volta ao Brasil. Ele vai realizar shows no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília (DF).
No Rio de Janeiro, a apresentação de B. B. King será no 16 de março. Os preços dos ingressos vão de R$ 120 até R$ 500. Em São Paulo, nos dias 19 e 20 de março. Os ingressos em SP vão de R$ 110 a R$ 600. E em Brasília (DF), no dia 22 de março. Leia os preços dos ingressos no serviço.
Mais informação: no Rio de Janeiro, fone (21) 2272.2940. www.vivorio.com.br e em São Paulo, fone: (11) 3089.6999. www.viafunchal.com.br


Compositor lendário
Do Distrito Federal o bluesman viaja para novas apresentações na Argentina, onde se apresentará em Buenos Aires no dia 25 de março. De lá, voa para o Chile, onde fará show na capital, Santiago do Chile, no dia 27 de março.
B. B. King não toca mais de pé, o peso da idade lhe tirou esse gesto, comum aos também aos bluesmans. Mas o lendário compositor é como vinho, quanto mais velho melhor. Por isso, não perdeu nada da perícia ao seu instrumento de trabalho, a guitarra.
B. B. King é testemunha ocular da história da música universal. Na década de 1960, por exemplo, com a explosão do rock e do movimento hippie, grande parcela dos jovens negros rejeitaram o blues como música dos tempos de escravidão.

Platéias brancas
B. B. King foi descartado por essa platéia. E passou a tocar para platéias de brancos. À época, afirmou: “Para mim, racismo não se combate com violência, mas com trabalho e educação”.
Como o tempo tem respostas para tudo, os modismos passam, mas a verdadeira arte continua. B. B. King prosseguiu sua saga, construindo sua história, sua lenda.
Do século XX, entrou no século XXI. Hoje, aos 84 anos, sofre de diabetes há mais de duas décadas, é hipertenso, não gosta de ginástica. Nos últimos anos, o excesso de peso lhe trouxe problemas no joelho, que o obrigam a tocar sentado.
Porém, a saúde minada pelo diabetes não lhe tirou o prazer de subir ao palco, nem de viajar pelo mundo, para eletrizar platéias. Não faz mais 100 apresentações por ano, ritmo que imprimiu até o final da década de 1990, quando fez até três shows em Brasília, em menos de um ano.
De um saguão para outro
Na segunda quinzena de março, desembarca no Brasil para shows no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. “Há uma atividade física que não abandono, andar de um saguão do aeroporto para outro”, confessa, com as cordas vocais cansadas pelo peso da idade. Como diria a jornalista Maria do Rosário Caetano, essas novas apresentações do compositor no Brasil são imperdíveis.
B. B. King criou um estilo próprio, com staccati e vi-bratos delicados, que nos anos 50 foram assimilados por artistas de rock. Sua música resiste ao tempo. Influenciou artistas como Keith Richards e Eric Clapton, que na década seguinte conquistaram as paradas de sucesso americanas.
B. B. King é o último pioneiro vivo do blues. Hoje, do alto dos seus 84 anos, pode olhar o passado pelo retrovisor do tempo. Aquele menino batizado Riley, que nasceu nos arredores de Indianola, cidade do estado americano de Mississippi, em 16 de setembro de 1925, é um vencedor.

Nos campos de algodão
Quando completou 4 anos, seus pais se separaram e King foi morar com a mãe e a avó. Aos 10 anos, trabalhava nos campos de algodão. Ganhava 35 centavos de dólar por dia. Nas plantações, ouvia os cantos entoados pelos catadores, que estão na raiz do blues.
Uma das tias do compositor possuía um fonógrafo. Sua maior diversão passou a ser escutar os discos de Blind Lemon Jefferson e Mississippi John Hurt. Ele comprou sua primeira guitarra aos 12 anos.
“Era acústica porque não havia eletricidade na minha casa”, revelou. Em 1946, mudou-se para Memphis decidido a se tornar músico e, três anos depois, era um artista em ascensão. Adotou o nome artístico de B.B. King: o B.B. quer dizer Blues Boy.
De acordo com os estudiosos, de todos os gêneros de música negra que floresceram no começo do século XX nos Estados Unidos, o blues foi o mais marcado pela memória da escravidão.

Espírito livre
O jazz tinha um espírito de liberdade e desafio (traduzido na improvisação), o rhythm’n’blues exaltava a sexualidade e o soul era celebratório. Mas o blues – palavra que em inglês quer dizer “tristeza” – remetia à vida nas senzalas ou à miséria dos negros no período posterior à abolição nos EUA.
Quando o movimento dos direitos civis ganhou força nos Estados Unidos, em meados do século XX, os jovens negros passaram a rejeitar esse tipo de música. “King então se voltou para a América branca. Ele apresentou o blues a esse público”, explica Peter Guralnick, historiador e crítico musical.
O fato de tocar para brancos lhe rendeu apelidos como “Pai Tomás” (em alusão à figura do negro dócil, eternizado no livro da escritora Harriet Beecher Stowe), que foi transformado em novela de TV no Brasil, chamada A Cabana do Pai Tomás.
“Os insultos me machucaram, mas não me destruíram. Para mim, o racismo não se combate com violência, mas com trabalho e educação”, diz ele. O preconceito racial é um tema central da autobiografia de King.
Ele o aborda com indignação, mas sem raiva. Lembra-se do bisavô escravo e de ter de caminhar 9 quilômetros, todos os dias, para chegar a uma escola que aceitava negros.
Afirma que as imagens de um linchamento que presenciou na infância o perseguem até hoje. E fala do período que passou no Exército, aos 18 anos:
“Os soldados brancos preferiam sentar-se ao lado dos prisioneiros alemães a ficar conosco. Sentiam-se mais à vontade com pessoas que poucos dias antes estavam matando americanos”.
O compositor tem quinze filhos com quinze mulheres (mas só se casou duas vezes) e atualmente está solteiro. É dono de uma rede de restaurantes – a B.B. King Blues Club & Grill –, mas a música é seu principal negócio: estima-se que ele tenha vendido mais de 40 milhões de discos ao redor do mundo.
Nesta década, lançou álbuns antológicos como Riding with the King, parceria com o discípulo Eric Clapton. Seu CD mais recente chama-se One Kind Favor e foi lançado em 2008.
“Existe a história do bluesman que vende a alma ao diabo para tocar melhor. Talvez eu tenha topado com ele, mas nunca o reconheci”, brinca. “E não é necessário ser triste e pobre para tocar blues. Sou um bluesman. E sou feliz.”

Serviço
B.B. King comemora seu sucesso e os quase 85 anos de vida com nova turnê. Ganhador de 14 grammies, vários prêmios pela Downbeat, Guitar Player, W. Handy Foundation, MTV Vídeo Music, Hall of Fame e outras homenagens. É considerado um mito vivo do blues.
Pontos de venda: Loja VR Brasília Shopping. Assinantes do jornal Correio Braziliense têm 50% de desconto no valor do ingresso inteiro.
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Eixo Monumental, Asa Sul, Brasília (DF). – Data: Segunda-feira.
Preço inteira: R$ 300 – VIP Superior. R$ 400 – Especial. R$ 500 – VIP Lateral. R$ 600 – VIP.
Preço meia: R$ 150 – VIP Superior. R$ 200 – Especial. R$ 250 – VIP Lateral. R$ 300.
Data do show: 22/03/2010.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Curso Pensamento Negro Contemporâneo - 1/2010

O Decanato de Extensão (DEX) informa que estarão abertas de 3 a 12 de março, as inscrições para o Curso Pensamento Negro Contemporâneo - 1/2010, promovido pelo Núcleo de Promoção da Igualdade Racial (NPIR/DEX).

O curso abrange duas modalidades: a) disciplina de graduação na UnB, oferecida na grade de matrícula no módulo livre (4 créditos) e b) de curso de Extensão para interessados em geral, professores do ensino básico da rede pública e privada, portadores de diploma do segundo grau, e técnicos.

O conteúdo programático abrange temas como racismo, representação social, resistência negra no Brasil, cultura e identidade negra, políticas de ações afirmativas, entre outros temas de reflexão sobre as relações étnico-raciais brasileiras.
Com início previsto a partir de 8 de março, o curso é gratuito e tem carga horária de 60 horas-aula. Serão oferecidas 4 turmas (A, B, C e D). As aulas serão ministradas pelos professores Ivair Santos, Edson Cardoso e Sales Augusto.
Turma A – segunda-feira - 19h às 22h40 – Pavilhão Anísio Teixeira – AT 125
Turma B - quartas-feiras – 08h às 11h40 - Pavilhão Anísio Teixeira- AT 101
Turma C - quintas-feiras – 19h às 22h40 - Pavilhão Anísio Teixeira- AT 37
Turma D - sextas-feiras - 14h às 17h40 - Pavilhão Anísio Teixeira – AT 125

Local de Inscrição e Informações:
Núcleo de Promoção da Igualdade Racial (NPIR/DEX) –Decanato de Extensão - Prédio da Reitoria - Telefone: 3307-2610 r/ 24 , com Fabiana Gomes e Gardênia Nogueira, de 3/3 (quarta-feira ) a 12/03/10 (sexta-feira), das 8h30 às 11h40 e das 14h30 às 17h30

Saiba mais
O curso nasceu de um pedido feito por representantes do movimento EnegreSer, que vinha discutindo essa estratégia de curso para fortalecimento da temática e sentia a necessidade de institucionalizá-la, o que foi acatado pelo Decanato de Extensão (DEX), em seu compromisso de ampliar o trabalho de ação afirmativa desenvolvido pela universidade nos últimos anos, além de buscar a garantia do acesso.
Ofertado com grande procura desde o segundo semestre letivo de 2006, na forma de disciplina de módulo livre e de curso de extensão, este ano serão oferecidas quatro turmas com 40 vagas cada, destinadas aos estudantes de graduação regularmente matriculados na UnB, tendo quatro créditos computados em módulo livre e aos interessados em geral, na forma de curso de extensão.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Sarau Letras Femininas, no Café com Letras


O Sarau Letras Femininas é um evento em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e será realizado dia oito de março (segunda-feira), no Café com Letras. O Sarau será bem diversificado e terá apresentações de poesia, música, teatro e humor. A programação traz a poeta performática Marina Mara com sua interneção de humor e poesia; o conto infantil e poesia ficam por conta de Cristina Carvalhedo e, para completar o time feminino, Regina Fittipaldi fará sua apresentação de poesia. O Letras Femininas ainda terá a participação de uma dupla pra lá de inusitada, a Caipira e Caipora, representada por Manuela Castelo Branco e Rosana Vasconcellos. O projeto Pipocando Poesia também fará parte da comemoração.

Serviço:
Onde? Café com Letras - 203 Sul
Quando? 08 de março (segunda-feira)
Que horas? 20h
$? 5,00

Para mais informações, acesse www.marinamara.com.br

quinta-feira, 4 de março de 2010

Elisa Lucinda - Parem de Falar Mal da Rotina


Parem de Falar Mal da Rotina não é um espetáculo convencional onde uma história é contada. Esta peça é um modo de vida, é uma visão de existência, um espelho do ser humano. É a maneira com que Elisa Lucinda, atriz, roteirista e diretora da montagem, consegue expressar sua urgência e inquietude na busca interminável da liberdade de se poder viver plenamente, sem os famosos cárceres que nós mesmos nos impomos.
A idéia para o roteiro surgiu quando Elisa participou do Festival Internacional de Teatro em Sitges, na Espanha, em julho de 2002. Neste primeiro formato, a atriz, entre um poema e outro, conversava e conduzia a plateia, introduzindo uma nova visão do cotidiano e dos personagens que cada um cria no seu dia-a-dia. Sua atuação no festival foi tão marcante que lhe valeu uma crítica no prestigiado jornal espanhol La Vanguardia. Este modo de interpretar e interagir, direta e divertidamente, com o público levou o espetáculo a ser carinhosamente chamado pela imprensa de Cabaret Poético.
Criada há cinco anos, a peça já foi assistida por mais de 700 mil pessoas. Estreou no Rio de Janeiro, fez uma temporada de 88 apresentações em Barcelona, de cinco meses em São Paulo, retornando ao Rio de Janeiro para temporada em 2006 e 2007.

Horário: De 05 a 07/03. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 20h.

Endereço: Teatro dos Bancários de Brasília - 314/315 Sul

Preço: R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia entrada para estudantes, professores, idosos e Programa Sempre do Correio Braziliense)

Classificação indicativa: 12 anos

Informações: (61) 3262-9090

Estreia do filme "Bianchetti", dirigido por Renato Barbieri

 
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