segunda-feira, 19 de novembro de 2012

26 anos da Academia Taguatinguense de Letras

















26 anos da Academia Taguatinguense de Letras

Posse do escritor Pedro Gomes como acadêmico titular, na cadeira 21, patroneada por Augusto dos Anjos.

No próximo dia 24 de novembro, a Academia Taguatinguense de Letras
(ATL) vai comemorar seu aniversário de 26 anos em grande estilo, com uma festa no Teatro da Praça (Espaço Cultural de Taguatinga), a partir das 19h. Um dos pontos altos da programação será a posse do escritor Pedro Gomes como acadêmico titular, na cadeira 21, patroneada por Augusto dos Anjos.
A posse de acadêmicos beneméritos também será outro momento importante da festa, que contará com a participação de integrantes da comunidade cultural e artística de Taguatinga e do
Distrito Federal.

O presidente da ATL/DF, escritor Gustavo Dourado, lembra que será um dos encontros mais especiais da academia que, ao completar 26 anos de existência, demonstra cada vez mais vitalidade, compromisso e engajamento com a causa cultural de Taguatinga e do Distrito Federal. Ele convida escritores, artistas, intelectuais e amigos da cultura a participarem deste grande evento, ocasião em que os apoiadores e colaboradores da ATL serão homenageados. Haverá ainda uma homenagem ao saudoso poeta Antonio Garcia Muralha, feita pelo escritor Wílon Wander Lopes, diretor do Jornal Satélite. Os acadêmicos também vão lançar livros e publicações. Todos farão uma homenagem aos centenários de Jorge Amado e Luiz Gonzaga. PARTICIPE!

Serviço:
Data: 24 de novembro de 2012 (Sábado), às 19h.
Local: Teatro da Praça - Espaço Cultural de Taguatinga.
CNB 1 Área Especial 1 - Av. Comercial Norte - Taguatinga Centro.
Ao lado da EIT - Em frente ao Santuário N. S. do Perpétuo Socorro,
Próximo à Estação do Metrô da Praça do Relógio.
Traje: Passeio completo.
Apoio: GDF - Administração de Taguatinga/SEDF e Câmara de Vereadores
Comunitários de Taguatinga (CVCT).
Confraternização literária seguida de coquetel.
Informações: Gustavo Dourado.

Jornalista Maria Félix Fontele
Secretária de Comunicação da Academia Taguatinguense de Letras

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

NO GAMA - O Boneco de Cor

Em 2007, Marcos Marrom teve a ideia de montar uma Cia. de bonecos, após trabalhar na Cia de teatro Nu Escuro. Em 2008 seguiu para a Argentina (Buenos Aires) para encontrar com Noalaní Agulló, Gabriela Civale, Eduardo Paéz e montou o espetáculo “Cuerda Bamba”, a partir do mesmo espetáculo, surgiu a ideia do nome da Cia. “Teatro do Maleiroformas animadas y títeres”. Na Argentina a Cia. realizou mais de 50 apresentações nos mais diversos locais, como o Museo del Títeres de Sarah Biachi , Calle de los títeres e no Festival de Teatro de La Classe Obrera e, passou ainda, dose meses trabalhando nas escolas públicas da Argentina pelo projeto “Teatro na Escola” da universidad San Martin.
No Brasil, em 2011, na cidade de Goiânia, a Cia. estreou a peça O Boneco de Cor com o objetivo de estimular a imaginação dos jovens e adultos a partir de uma história cerceada de muita poesia e interação com o público. No mesmo ano, foi premiada como melhor espetáculo pelo juri especial do III Festival Nacional de Teatro realizado em Goiânia pela Cia. Oops! O espetáculo passou ainda pelos festivais Goiânia em Cena, Sesc (Go), pelo projeto Cortina Aberta, Oficina Cultural Geppetto, (FRING) Festival Internacional de Curitiba - 2012, Teatro Coletivo em São Paulo, e pela 3ª edição do Festineco em Brasília.
No mesmo ano, a Cia. Teatro do Maleiro em parceria com a produtora Topada Produções, elaborou e produziu o seu primeiro curta-metragem, um documentário de 15 minutos, sobre o trabalho, vida e obra do artista Divino Jesus Moreira de Pinho, intitulado “Sr. Jesus?” Foram parceiros no projeto a Topada Produções Cinema e Vídeo, Oficina Cultural Geppetto, Cia de teatro Nu Escuro, Fora da Lei cinema e vídeo além de vários artistas.

Sinopse
 é uma história rodeada de personagens sociais do dia a dia, recheada de músicas, poesias e interação com o público. O espetáculo não é apenas uma história, mas um mundo com várias histórias. As personagens que habitam esse mundo são bonecos com os quais o ator-bonequeiro dialoga e contracena. Os bonecos, construídos de madeira e papel, ganham existência diante de nossos olhos para, com movimentos corporais cheios de sutilezas, brincarem de ser. Feito para todo tipo de público, o espetáculo cativa crianças, jovens e adultos.

 
Ficha Técnica:

Brasil-Goiânia
Dramaturgia/Roteiro: Teatro do Maleiro formas animadas y títeres
Elenco: Marcos Marrom
Direção: Marcos Marrom
Cenografia: Teatro do Maleiro formas animadas y títeres
Iluminação: Rodrigo Horse
Figurino: Alaíde Rodrigues,Gabriela Civale,Eduardo Paéz,Noalaní Agulló ,Regina Drozina e Sergio Mercurio
Fotos: Layza Vasconcelos
Construção dos bonecos: Marcos Marrom
Cartaz e banner: Marcos Amaral Lotufo
Folder: Ricardo Costa
Trilha Sonora: Paulo Moraes
Efeitos de sons: Dj Silvinho
Produção executiva : Rafael Ribeiro Blat
Apoio: Layza Vasconcelos, Oficina Cultural Geppetto, Paulino Marcos Santana, Marcionilia B. Silva Santana
Agradecimentos, Sheilla Marques, Cia Nu Escuro, Rita Alves, Ricardo Costa, Carina Tineu, Thaise Monteiro, Divino Moreira, Rosane Christina
 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012


CONVITE

LANÇAMENTO

3ª COLETÂNEA POÉTICA DO GUARÁ

10.dez.2012 - 20h

TEATRO DO GUARÁ
Endereço:
Administração Regional
Entrada "B" - ao lado da Feira
Guará II - Brasília - DF

HOMENAGEM AO MAESTRO JORGE ANTUNES


Jarbas Junior lança A Espada de Camões


 

 
Livro é a primeira biografia romanceada do autor de Os Lusíadas


Menezes y Morais*


O poeta, romancista, ensaísta e professor Jarbas Junior lança nesta terça-feira, 13/11, A Espada de Camões (Thesaurus, romance, 2012) a partir das 19h, na embaixada de Portugal, em Brasília (DF). A entrada é franqueada ao público.

Em 76 capítulos, o livro é a primeira biografia romanceada de Luiz Vaz de Camões, c. 1524 (provavelmente em Lisboa, Portugal). Morte: 10 de junho de 1580 (Lisboa, Portugal).

Unanimemente considerado o grande poeta de Portugal, autor de hinos à criação de um império católico mundial liderado por seu país (que colonizou inclusive o Brasil), pouco se sabe sobre a vida de Camões, cuja obra, Os Lusíadas (poesia, 1572) o imortalizou.


História de Portugal

No romance, Jarbas Junior trabalha as poucas informações que se tem notícia sobre Camões, homem renascentista, culto, liberal, amante de princesas e de mulheres do povo e que perdera um olho em batalha.

Em seu épico, Os Lusíadas, o poeta revisita a história de Portugal até o instante da partida histórica de Vasco da Gama (1497), que contornou o cabo de Boa Esperança até chegar à Índia.

A vida de Camões foi cheia de aventuras, como num filme-épico de ação, suspense, inveja, traições, amores, poesia, muita poesia. O poeta fez parte de expedições navais, teria alcançado Macau e sofrido um naufrágio na costa chinesa.


Sem dinheiro

Numa dessas odisseias, um amigo encontrou Camões perdido e sem dinheiro em Moçambique e o ajudou a voltar para Lisboa. O poeta viveu muitos anos na África e na Índia.

Esses dados históricos dão ossatura ao livro de Jarbas Junior, cuja linguagem entra no clima do romance de aventuras, quase no estilo capa e espada, como convém ao tema.

Contador de história que recorre ao recurso da polifonia – narrador e solilóquios das personagens se confundem – Jarbas Junior esculpe o perfil de um poeta de carne e osso, que passou fome, viveu com pouco ou sem nenhum dinheiro, mas, “com engenho e arte”, criou uma das obras literárias mais significativas da literatura universal.


Atualidade

A atualidade de Camões é espantosa no Brasil. Nenhum outro poeta – exceção do também lusitano Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805) – caiu no inconsciente coletivo popular brasileiro, sendo tema de inúmeras histórias de literatura de cordel.

O poeta brasiliense Renato Russo (Legião Urbana, Monte Castelo) também tirou uma casquinha.

Recordo, quando criança, em Teresina (PI), Isabel Menezes de Morais, minha saudosa mãe – me iniciou na Literatura, lendo para eu literatura de cordel – se deliciava e me embevecia lendo ‘romances’ de Camões.

Quando cresci, descobri que os poetas populares nordestinos também transformaram Bocage em temas de seus cordéis.

Tudo ficção, evidentemente, tudo fruto da imaginação dos nossos queridíssimos poetas populares. Camões é objeto de inúmeros folhetos de cordel de temas pitorescos; Bocage, de estórias que fazem fronteiras com o erótico, quase pornográfico.

Ao contrário, evidentemente, do romance de Jarbas Junior, que será autografado nesta terça-feira.


Jarbas Junior

Autor de O Mistério das Pérolas de Bashô (Thesaurus, 2010) e do romance A Jangada de Orson Welles (romance), entre outros, o poeta cearense radicado em Brasília Jarbas Junior credencia-se para mais esta empreitada literária.

N’A Espada de Camões Jarbas constrói uma narrativa enxuta, ágil, sem perder de vista o viés crítico-analítico. “O poeta se alimenta de livros, de paixões, sonhos, aventuras, amizades e de causas nobilitantes”.

Ou “O poeta é um ser espiritual. Por isso muitos foram confundidos com santos”. Ou ainda: “A espada é a extensão do canino humano, raio transformado em lâmina”, para esculpir o perfil de Camões.

“O dinheiro é a amargura do artista. As preocupações financeiras tiram o tempo precioso da atividade criadora”, o que levou Camões, certa vez, a escrever “sob encomenda dois sonetos de amor”.

É isso. Quem for à Embaixada de Portugal nesta terça-feira encontrará a essência daquele que escreveu:

“A verdade eu conto, nua e pura / vence toda a grandíloqua escritura!” Porque “O amor é um fogo que arde sem se ver / é ferida que dói e não se sente”.


*Menezes é poeta, professor, jornalista, escritor e historiador. Autor, entre outros, de A Íris do Olho da Noite (Thesaurus, romance, 2011).


Serviço

O que: A Espada de Camões (182 páginas, arte da capa: Thiago Sarandy).

Onde: Auditório do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua – Embaixada de Portugal, Brasília (DF).

Hora: a partir das 19h.




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Guarani-Kaiowá



negros produto de sequestro
índios expulsos da terra
negros sem terra
índios donos da terra
 
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